Recordar é viver #5

Os tempos do básico

Naquele tempo para mim tudo era perfeito, pelo menos no nono ano, mal eu sabia que futuramente iria perceber que estava rodeada por uma grande parte de gente falsa...
É certo que algumas pessoas permaneceram: a Cath, a Carol, o gordo ... e agora que pensam só eles mesmo.
A Tess, foi o que foi, já falei dela aqui.
O Carl, o Carl é uma história engraçada.... No sexto ano nós parecíamos cão e gato, talvez porque ele mandava bocas e ao contrário de toda a gente eu respondia à letra e calava-o. No ano seguinte as coisas mudaram e nós ficámos grandes amigos, sempre que ele precisava vinha ter comigo, contava-me imensa coisa e foi assim até ao nono ano. Depois o pessoal separou-se, e ele tornou-se um daqueles swaggers, que se acha superior só porque sabe fazer umas rimas. Pode agradecer todo querido o desejo de feliz aniversário no face, e desejar-te o mesmo meses depois todo saudoso, mas nada muda. Passa por ti na rua e dependendo da companhia vai dizer olá cheio de sorrisos ou vai cagar na testa de uma pessoa. Tanto me aquece como me arrefece...
A Caroline e a Julie foram tipo Tess, os ares da colégio em que elas fizeram o secundário afetaram-nas e elas, principalmente a Julie, ficaram com a mania. Falam comigo apenas coisas básica, passamos de amigas a meras conhecidas...
E foi assim com o resto do pessoal.
A Mary não sabe separar as coisas, chateou-se com a Joo, como eu sou amiga da Joo ela deve pensar que eu sou como ela e tomo partidos, logo deixou de me passar confiança também. Agora anda-me com indirectas no face (não deve ter mais nada que fazer do que partilhar a vida pessoal por lá, está sempre a falar da morte do pai e de como tem saudades dele, eu sei que cada pessoa sente e demonstra à sua maneira, mas isto não são coisas de se colocarem assim no mural de um facebook) de coisas do género os verdadeiros ficaram e quem gosta realmente não abandona, eu tenho a consciência de que podem ser para outras pessoas, mas lá no fundo aquilo é para mim. Mas eu não vou ser como ela, não vou mandar indirectas pelo facebook, os outros não têm nada que saber da minha vida.
Mas enfim, naquela altura era tudo lindo, amigos para a vida e tal, hoje eu sei que nada era verdade. Sigo em frente, faço com eles o que eles fazem comigo, tenho mais com que me preocupar.
Mas decidi trazer-vos este tema hoje porque, 
Recordar é viver*

15 comentários:

  1. exatamente recordar é viver e mais a mais tu falas do teu passado quando quiseres, faz parte de ti, tás no teu direito. :)

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  2. Recordar é viver 😊 So true.
    NOVO POST http://hashtagwwgu.blogspot.pt/2015/01/como-ser-grunge-how-to-be-grunge.html

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  3. Como eu percebo tanto do que aqui falaste!

    r: Claro que sim! Ahah
    É mesmo!

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  4. r: Nem me digas nada! Olha eu a babar-me toda quando olhei para aquilo!

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  5. r: ainda bem que estás a gostar, pois imagino que a K. esteja a fazer comichões a algumas pessoas que vão lendo, e não sabes o que está por vir ahahah

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  6. O tempo passa, mas esses pormenores farão sempre parte da tua história e também eles te ajudaram a crescer. Hoje sabes quem realmente está contigo

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  7. Tenho tantas saudades do meu tempo do básico! :)

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  8. Recordar é viver mesmo! Eu tenho mais saudades do tempo da faculdade, os meus "tempos de glória", no entanto, não gostava de voltar atrás

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  9. Boas recordações que ficam dentro de ti.
    Tem um bom mês, beijinhos

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  10. R : o meu domingo está a ser óptimo .... sim eu adoro o meu novo visual e sim é o mais importante :)

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  11. Concordo. Recordar é mesmo viver.

    r: Oh obrigada minha querida.

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  12. Poucas amizades do secundário tenho até hoje e sinceramente ainda bem que assim é. A vida ensinou quem deve ficar e quem deve partir.

    R: Concordo quando dizes: "Não precisam de aliança para provar o quanto se gostam. Essa tua amiga ou o namorado pode até nunca perder a aliança mas pode acontecer algo que os leve a tirar a aliança por vontade própria, espero que não, mas é melhor perder um e serem felizes do que terem os dois e sentirem-se incompletos". nem tenho mais acrescentar, disseste tudo!

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Não me diga que o céu é o limite, quando há pegadas na Lua.

Devaneia para a frente*
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