In
love and stuff,
nostalgia
﹔
We used to hold hands a lot. It was "the simple little things", right?
Damn, I miss holding your hand.
[and I know I shouldn't miss that, I don't wan't to miss that.]
(nós costumávamos dar as mãos, imenso. era sobre "as pequenas coisas", certo? bolas, sinto falta de quando me davas a mão.)
Quando decidi continuar os estudos e fazer mestrado (ainda por cima na minha universidade) tinha a consciência de que o iria fazer "sozinha" pois as minhas companheiras de devaneios não tinham intenções de o fazer.
Os tempos de caloiras, e de 3 anos a ir às aulas todas juntas, de sermos loucas nas aulas e fora delas acabaram com a licenciatura. Falei disso por cá na altura, custou não as ter mais... Ainda custa (pra cacete). Principalmente custa não ver a minha Japa todos os dias e contar todas as novidades e estar sempre a par das dela.. Mas isso vocês já sabem e não me quero alongar porque o coração já está aqui, oh, bem pequenininho.
Para meu infortúnio - just kidding i love this girl - não acabei no mestrado "sozinha", tenho a Tola (vai ficar este nome mesmo porque é como a gente se trata e não consigo pensar em nenhum nome para ela agora) que é uma das moças com quem eu já me dava na licenciatura. Eu não sou uma pessoa muito social, daquelas que se dá bem com a turma toda e conhece toda a gente, e vai aos jantares todos de praxe e convive com o people todo, mas para além das companheiras de devaneios (japa, taylor e blaire) - apesar dos stresses que falava aqui e tudo mais a gente foi as companheiras e nunca se separou - que eram aquele meu grupo as mais chegadas, eu dava-me bem com mais algum pessoal. A Alex (portista do meu coração, angolana, louca como nós, muito divertida) e Tola faziam parte desse rol, cito a Alex porque ela é a melhor amiga universitária da Tola e apesar de ter voltado para Angola e estar lá a trabalhar é alguém com quem temos muito contacto ainda e que continuamos a adorar.
Então a minha turma tem basicamente 4 pessoas, duas raparigas e dois rapazes. Nós somos as duas raparigas e então somos basicamente o backup uma da outra... Quando uma não percebe pergunta primeiro à outra antes de perguntar a algum prof, quando falta avisa a outra, pergunta à outra se vai faltar muitas vezes quando não lhe apetece ir mas vai para a outra não ir sozinha, fazem os trabalhos de pares juntas e por aà fora. Vamos as palestras, conferências e afins juntas agora.
É bom porque se antes não éramos assim muito chegadas e apenas convivÃamos e tal, agora somos mesmo a companhia uma da outra neste mestrado!
Mais depressa choro a ouvir a melodia de uma música do que propriamente quando estou a cantá-la.
Isto porque no coro eu canto com eles, músicas que me tocam muito, em que me emociono e que estou verdadeiramente a senti-la, mas não algo que me faça chorar. Uma vez que estou mais concentrada em cantá-la, sentir tudo o que a música nos deve fazer sentir, e em passar isso para as pessoas que nos ouvem que nem tenho "tempo" de pensar sequer no chorar por tudo isso.
| EU |
Pelo final desta semana estarei eu a trajar mais uma vez, mas com todo um outro significado. Será a primeira vez que irei trajar como finalista. Finalista!
O tempo passa demasiado rápido, principalmente nestas coisas, já o disse e voltarei a dizer todas as vezes que foram necessárias e me apetecer: São os melhores anos na vida de uma pessoa sim! E eu daria tudo para vivenciar todas as etapas que passei, como caloira, pastrana, doutora, tudo. Não fui a pessoa mais assÃdua na praxe, talvez porque na minha universidade não "puxa" assim tanto quando isso, mas o espÃrito académico eu tenho-o todo e mais algum, oh e de que maneira!
Quero chorar, e chego a chorar mesmo, de cada vez que me lembro que a licenciatura acaba não tarda nada, que não vou estar mais com a minha japa e as loucas da minha turma. Como é que vivemos tantos anos com as pessoas do básico e secundário e apenas três com estas amizades universitárias?
O meu único desejo agora é aproveitar a queima ao máximo, com todas as pessoas louquinhas que tenho por lá. E só queria que no mestrado que virá, voltemos a encontrar-nos e quem sabe, na mesma turma.
Para todos cuja própria queima, como a mim, está prestes a chegar. E para aquelas cuja queima/semana académica está já aà para aproveitar ao máximo, também.
Aproveitem, aproveitem ao máximo! Sejam muito felizes! É tudo nosso ♡
O meu amor por corujas e mochos vem de desde que eu me lembro de ser gente. Adoro de paixão estes animais, por todas as razões e mais algumas. Simbolizam sabedoria, são animais que estão sempre atentos, umas pessoas dizem que são mau presságio mas também há quem digam que são bom e eu vou mais com a segunda opção. A minha avó também adorava, por isso são-me uma recordação dela. O sÃmbolo da minha universidade é um mocho mesmo. E tantas, mas tantas outras coisas... Se vier a fazer uma tatuagem este animal será com certeza uma das primeiras, se não mesmo a primeira!
De manhã estava sempre a ouvir um helicóptero, para lá e para cá, isto tudo porque havia um incêndio no mato aqui ao lado e pronto. Vivo aqui há 17 anos e nunca houve um incêndio ali, só pode ter sido fogo posto, tenho a certeza.
Quanto ao post de ontem, gente, eu não me sinto assim por estar de férias... E por ser o mês "do meio" de férias e não ter que fazer então ponho-me a pensar no que não devo e deprimo. Não, estou assim porque Julho é o mês em que faz anos que a minha avó faleceu. Até tenho bastantes actividades e muito que fazer, não estou em casa a pensar no que não devo, não é nada disso. Muito pelo contrário.
Mas vamos ao ponto do post, algo que eu já estava para fazer há algum tempo...
Julho é um mês de literalmente amor-ódio. Num momento estou a rir à s gargalhadas com os meus sois, como mais tarde já estou prestes a desabar por causa de uma música ou lembrança que alguém decidiu despertar. Pode até não ser nada em especÃfico, mas há uma saudade, uma nostalgia que me invade... E eu sinto o meu coração a ficar aos pedacinhos. Por mais atividades, ensaio e saÃdas que eu tenha, vai haver sempre algo na minha cabeça a dizer que é Julho. E bolas, este mês... É como quem me mata.
Este é um recordar é viver, diferente do normal, é por isso que o tÃtulo não cita a rubrica nem o número correspondente. E também porque já falei disto anteriormente. Mas eu não podia deixar passar este dia sem falar naquela noite, dia, tudo que foi tão marcante!
O dia da mulher nunca será apenas o dia da mulher, desde o ano passado.
Faz hoje um ano que fizemos o Virar a Página, aquele concerto, aquele concerto em que tanto aconteceu. Surgiram novas amizades, elas já tinha surgido nos ensaios mas foi no concerto que tudo se culminou, fortaleceram-se antigas.
Tenho consciência que a minha amizade com a Rachel não seria o que é hoje se aquele concerto não tivesse sido feito, e ela também.
Tenho consciência de que não consideraria a Sophie e a Phoebe das melhores pessoas que conheço se aquele concerto não tivesse sido feito, e elas também.
Tenho consciência de que a minha opinião em relação à Isabel seria diferente se aquele concerto não tivesse sido feito, e a dela também.
Tenho consciência de que não gostaria tanto do meu maestro como gosto agora se não fosse aquele concerto, e ele também. Até porque eu sinto que ele passou a apreciar-me muito mais como cantora depois daquele concerto.
Tenho consciência de que a Jillian seria apenas a namorada do maestro e aquela rapariga fofa com a qual até me dou muito bem no coro se aquele concerto não tivesse sido feito.
Tenho consciência de que não daria os conselhos que dou à Mary actualmente se aquele concerto não tivesse sido feito.
Tenho consciência de que eu e o Toby serÃamos simples conhecidos do grupo de catequese se aquele concerto não tivesse sido feito, e ele também. Até porque, até aquele dia eu tratava-o como "namorado da D." no blog.
Faltavam cerca de duas horas para o concerto e eu estava exausta, parecia que tinha sido atropelada por quinhentos camiões. Isto porque tinha acordado às nove da manhã, depois de não ter dormido nada durante a noite por causa do stress, para começar a preparar as coisas para a noite. Às duas da tarde fui dar catequese, às três tivemos a missa da catequese como sempre mas eu, a Mary e a Rachel não fomos, andamos a tratar do bar. Fomos ao hipermercado que ainda ficava um bocado longe do auditório onde seria o concerto, comprar gomas e fita cola para colar o preçário. Lembro-me que estava imenso calor, nós as 3 andávamos de manga curta porque já não aguentávamos.
Depois de termos tudo pronto tinhamos a missa do grupo de catequese (todos os segundos sábados de cada mês há missa do grupo) onde o coro ia cantar.
A missa acabou e fomos a correr para o auditório, tÃnhamos de jantar, foi o rapaz da bateria que foi buscar comida ao Mc. As portas ainda estavam todas fechadas, o rapaz das chaves estava atrasado. A comida chegou e nem sinais do moço. O que fizemos? Sentamo-nos no meio da estrada, em roda, e comemos. Sei que aquele jantar me soube pela vida!
O concerto era à s 21h, já estava imensa gente do público à porta como nós e o rapaz das chaves só chegou à s 20h. Nós ainda tÃnhamos de nos vestir e isso tudo! Fizemos tudo a correr.
Era a Rachel a apresentar, sei que corremos todos ofegantes para a fila da frente e a Rachel para o palco. O auditório estava cheio. Olhávamos uns para os outros super nervosos.
Quando as actuações começaram, tudo mudou! O nervosismo desapareceu, o cansaço foi esquecido, só querÃamos viver o momento.
Antes do maestro cantar o Virar a Página pediu que subÃssemos ao palco. Assim fizemos, abraçamo-nos todos e balançávamos ao som da música. É claro que escorreram umas lagrimazitas... Tanto esforço valera a pena, o público adorara e nós sentÃamos tudo aquilo até à ponta dos cabelos.
Hoje, tenho a certeza que todos nós irÃamos adorar poder voltar à quele dia.
Restam apenas as recordações, que eu não me importo nada de ter porque,
Recordar é viver ♪♫♩
As coisas vulgares que há na vida não deixam saudade, só as lembranças que doem ou fazem sorrir.
Há gente que fica na história da história da gente.
Há dias que marcam a alma e a vida da gente.
Lembro-me da chuva em Agosto, e sinto que nada é permanente. Sei que tudo muda e que tudo passa, nunca nada é para sempre.
| era o pão nosso de cada dia... |
Se me pedissem uma palavra para definir os convÃvios essa palavra seria sentimentos. Senti de tudo... felicidade, tristeza, frustração, saudade, nostalgia, carinho, empatia. Com o decorrer do tempo todas as palavras más desapareceram, no terceiro dia sobravam apenas as boas.
A palavra de ordem? Amor, não faltava.
Foram os melhores 3 dias de sempre, tantas experiências de vida diferentes. Tenho a certeza que de lá trago gente verdadeira, apenas e só.
Conheci melhor o Toby e a Phoebe (a Sophie é sempre a mesma, assim como os outros que foram comigo, mas eu gosto mais da Sophie ) fiquei a adorá-los ainda mais.
Não vim cá neste dois últimos dias porque precisava de um tempo para mim, fui avisada de que isso aconteceria... Que me iria sentir só até no meio da famÃlia, que só iria querer estar com quem esteve comigo lá e que iria precisar de estar comigo mesma. Foi isso, os primeiros dias do eterno quarto dia foram complicados, senti-me nostálgica, chorei imenso. Pode parecer parvo mas só quem viveu aquilo é que me entende.
Acabo dizendo-vos que se têm dúvidas, se deixaram de acreditar por terem perdido algo ou alguém que vos dizia muito ou se por algum outro motivo se afastaram desta fé, ou até se têm essa fé e querem reforçá-la ainda mais, vão aos convÃvios. A sério, ouvirão testemunhos que vos esclarecerá muitos pontos. Sairão de lá outras pessoas. Mas também vos aviso, quando saÃrem de lá... o mundo continua o mesmo e mesmo que tenham forças para tal, não vão ser vocês a mudá-lo de um dia para o outro.
Sejam felizes!
(porque estou sempre a dizer-vos isto e porque era das frases que mais se ouvia lá)
Eu disse que era melhor se não tivesse inspiração para este tipo de posts.
É dia 27, não sei se rir ou chorar quando é dia 27.
Tu não eras como as outras avós, de tudo. Tu não eras daquelas tÃpicas avós fofinhas, que nos enchem quando vamos a casa delas e que nos dão miminhos. Tu davas-me miminhos à tua maneira. Tu saÃas mais do que eu. Tu eras uma verdadeira louquinha. Se eu esperava que fosses primeiro que a avó que fez agora 80 e que o avó? Não mesmo... Mas é a vida, tudo acontece por uma razão não é?
Neste dia o mais provável era tu dares uma prenda a mim, um livro ou até um emblema na altura em que estamos. Tenho a certeza que ias adorar ouvir-me a falar de praxe e que terias todo o gosto em ver-me na queima. Dói quando penso que não me vais ver trajar, doi mesmo muito porque sei que tu o querias. Dói saber que não me vais ver queimar as fitas. Eu sei que estou a falar muito nisto, mas eu já te escrevi tantos textos que a única coisa que falta falar é mesmo o meu percurso académico... E o aparelho! Tenho a certeza que a esta altura estarias a rogar tanto preguedo ao meu aparelho quanto eu! Lembrei-me de outra, se as tuas duas filhas e a tua neta mais nova são umas malucas nos concertos do coro, eu nem quero imaginar se tu lá estivesses também. Oh avó, tu ias gostar tanto, cantamos músicas que tu irias adorar. Os D.A.M.A, se há alguém que ia comigo ao concerto deles eras tu. Ainda me estás a dever um bolo e uma champanhe para festejar certas coisas.
Sabias que agora as corujas são moda agora? Deixa lá, para mim vai continuar a significar o que sempre significou, é pena que daqui a uns anos para mim continue tudo na mesma mas a moda passe... Finalmente comecei a ver uma novela brasileira, aleluia não? É juvenil ainda por cima, um dia destes vou falar dela aqui no blog.
Mas bem, hoje irÃamos comer sapateira, beber champanhe, ouvir música nas alturas e o avô chamar-te-ia de bruxa antes de ir para a cama. FarÃamos isso tudo e mais alguma coisa, se tu ainda estivesses aqui...
O texto seria muito lindo, se eu ainda não te tivesse escrito nenhum...
Acho que hoje em dia sou muito mais forte com a tua presença subentendida do que alguma vez seria com a tua presença real e por isso te digo:
Obrigada!
Parabéns Avó ♚❇ ♥
Amy: Sabes bem ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Ironia das ironias é eu estar a ler este texto e a reprodução automática do blog colocar nightingale....
Ironia das ironias é eu estar a ler este texto e a reprodução automática do blog colocar nightingale....
Não há um dia em que não lembre, ou pelo menos em que não tente lembrar, o teu sorriso. Não há um dia triste com mais obstáculos em que eu não tente imaginar o que tu dirias ou o que tu farias se estivesses aqui. Não há um dia em que eu não ouça um cântico das claques do porto, principalmente dos colectivo, e não pense em ti a entoa-los. Não há um dia em que eu não me lembre de ti. Mesmo depois de já se terem passado quase 11 anos. Mas é ainda mais neste dias que uma pessoa se lembra. Oh, do que eu me lembro.
Das piores coisas que pode acontecer quando se passa muito tempo sem uma pessoa é o desvanecer de uma voz, o embaciar de um sorriso. O tempo ajuda, sim, uma pessoa vai aprendendo a ultrapassar. Mas a saudade, essa mantêm-se, passe o tempo que passar e venha quem vier.
Já não dói como doÃa, porque eu sei, finalmente o que tu tanto querias que eu metesse na cabeça:
No matter what happen, I will never walk alone.
Parabéns Padrinho ❤




