29 julho 2014

Vós sois a luz do Mundo, sois o sal da Terra. (campos parte 3)

Podíamos perfeitamente ser nós.
Após toda a cena do seminarista ficamos acordadas até às 4 e tal da manhã, a conversar, a rir, a tirar fotos, tiramos mesmo muitas selfies no últimos dias. Acordamos eram 8h20min, tínhamos 10min para estarmos no sítio de reunião para a oração da manhã. Desafio aceite e concluído com sucesso. Às 9h começou a dinâmica Vós sois a luz do mundo, acendemos as velas e vimos um powerpoint que falava de 4 velas: a vela da paz, do amor, da fé e a da esperança, lá dizia que uma a uma as 3 primeiras velas se apagaram ficando apenas a última acesa e isto era o que bastava pois esta vela, a vela da esperança tinha o poder de acender todas as outras, então nós devemos ser a luz desta vela, a luz da esperança para o mundo para manter todas as outras velas acesas e manter fortes as velas da esperança que estão fracas.
Às 10h saímos para uma caminhada até às salinas com a dinâmica Sois o sal da Terra, nós fizemos a caminhada em grupos e ao longo da mesma íamos fazendo paragens para cada um dos elementos representantes dos grupos nos dizerem em quê que o seu grupo consistia, o maestro representou o nosso coro, o Toby representou o grupo da catequese que falei no post anterior (é um 12º e 13º), o chefe dos escuteiros representou obviamente os escuteiros, a irmã da Ashley representou os acólitos e a monitora do quarto ao lado representou os catequistas. Eu já conhecia todos e já sabia tudo o que eles disseram, mas havia muito boa gente que não tinha a mínima noção do que alguns grupos faziam. Por exemplo, como disse o Toby, o nosso grupo de catequese não tem divulgação nenhuma (agora connosco lá dentro isso vai mudar), muitas pessoas não sabiam o que se fazia no nosso grupo e para quê que ele serve.
Após todas as apresentações chegamos às salinas, onde explicaram aos miúdos porquê que somos o sal da terra, estabelecemos uma relação entre o sol (luz do mundo) e o processo de formação do sal (sal da terra) e aqui estava feita a relação final entre as duas actividades. A partir daqui foi tudo feito em função das duas coisas.
À noite fizemos uma espécie de fogo do concelho onde havia uma corrente onde nós tínhamos de colocar o nosso aluquete e guardar a chave para o abrir apenas quando o compromisso que fizemos perante todos fosse cumprido.Esta foi sem dúvida a actividade mais intensa, nós tornamo-nos num grupo mesmo naquele momento, ali não havia nada para se guardar para nós tínhamos de deitar tudo para fora. Muita gente chorou ao fazer o seu compromisso porque tinha muita história por trás, o Toby chorou ao contar o seu compromisso e o motivo de ser aquele e eu não sei como não chorei ao ouvir todas aquelas histórias. Muita gente não tinha aluquete então o quê que alguns fizeram? Entregaram o seu aluquete a uma pessoa que não tinha e depois colocaram lá a chave e disseram "Eu não vou abrir o compromisso do X, por isso deixo aqui a chave, representando-nos aos dois". No final o escuteiro, aquele que até fez a caminhada com o coro, fechou a corrente numa só representando a união do grupo e a ligação dos nossos compromissos. 
O meu compromisso? Não o vou dizer, vai ficar fechado com aquele aluquete e com aquele grupo.
Amanhã irei contar o restante e comparar o do ano passado com o deste ano*

6 comentários:

  1. eu já estou morena, meu rico bronze : )

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  2. Fizeram atividades mesmo bonitas e cheias de significado. Se já adorei a das velas, essa última deve ter sido mesmo especial *.*

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  3. Achei bastante interessante a vossa ultima actividade, mas que tipo de compromisso era? algo que fizeram(no passado) ? alguma história? ou algo a que se comprometeram a fazer?
    Bjs :)

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  4. Parece ter sido muito interessante, nunca fiz nada disso..
    R: Pois, mas com pessoas como ele é complicado, uma pessoa que goste de ti não te fala só quando bem lhe apetece e despacha-te quando não lhe apetece falar mais, mas enfim, não te convida para o baile de finalistas a brincar e depois diz que foi a sério na semana antes tendo já convidado outra rapariga, as coisas não se passam assim...Paciência, prefiro mantê-lo como amigo...

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  5. resp: é mesmo, faz-mos crescer enquanto pessoas

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Não me diga que o céu é o limite, quando há pegadas na Lua.

Devaneia para a frente*
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